COP30 fracasso de ofensiva comuno-ambientalista
A COP30, trigésima Conferência das Partes da ONU sobre Mudança Climática, terminou pifiamente. Em Belém do Pará deveriam comparecer governantes e burocratas de mais de 160 países signatários da ECO-92, lobbies e ONGs, ativistas vermelhos disfarçados de salvadores do planeta, povos originários (autênticos ou falsos) — todos empenhados em arrancar capitais dos governos e bancos internacionais a fim de dominar as mudanças climáticas e evitar um “apocalipse ambiental”. No entanto, essa cantilena soa cada vez mais como um blefe ancorado na “Teologia da libertação da Terra”.
COP30 abandonada
A ausência de chefes de Estado proeminentes levou muitos outros a concluir que a COP30 ficaria num bate-papo improdutivo. Foi decisiva nesse sentido a aversão do povo norte-americano e do seu governo aos blefes ambientalistas (nas COPs anteriores, financiaram projetos “verdes” utópicos), e sua ausência na Amazônia ensejou muitos países a se ausentar ou enviar delegações de nível inferior.
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