COP30 fracasso de ofensiva comuno-ambientalista
Ecologia

COP30 fracasso de ofensiva comuno-ambientalista

A COP30, realizada em Belém, fracassou com o esvaziamento provocado pela ausência dos Estados Unidos, cujo governo rejeita os "blefes ambientalistas", levando outros países a se ausentarem ou enviarem delegações de menor nível. A conferência, marcada pela atuação de ONGs e lobbies em busca de recursos internacionais, revelou ainda a forte dependência externa da agenda ambiental brasileira, com a Noruega financiando a maior parte do Fundo Amazônia e levantando suspeitas de ingerência sobre a região.
Luis Dufaur

A COP30, trigésima Conferência das Partes da ONU sobre Mudança Climática, terminou pifiamente. Em Belém do Pará deveriam comparecer governan­tes e burocratas de mais de 160 paí­ses signatários da ECO-92, lobbies e ONGs, ativistas vermelhos disfarçados de salvadores do planeta, povos origi­nários (autênticos ou falsos) — todos empenhados em arrancar capitais dos governos e bancos internacionais a fim de dominar as mudanças climáticas e evitar um “apocalipse ambiental”. No entanto, essa cantilena soa cada vez mais como um blefe ancorado na “Teologia da libertação da Terra”.

COP30 abandonada

A ausência de chefes de Estado proeminentes le­vou muitos outros a concluir que a COP30 ficaria num bate-papo improdutivo. Foi decisiva nesse sentido a aversão do povo norte-americano e do seu governo aos blefes ambientalistas (nas COPs anteriores, financiaram projetos “verdes” utópicos), e sua ausência na Amazônia ensejou muitos países a se ausentar ou enviar delegações de nível inferior.

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