Editorial – Fevereiro de 2026
Quando Hugo Chávez morreu em 2013, depois de ter passado longo período em Cuba tratando de um câncer, a Venezuela continuou chavista. Substituiu-o Nicolás Maduro, sequaz tão incondicional do déspota, que chegou a blasfemar dizendo que Chávez era "o Cristo redentor da América".
Agora a nação vizinha ficou livre também de Maduro, preso no início do ano e levado para Nova York, a fim de ser julgado por seus crimes. Caiu o ditador, mas não o governo comunista. Este permanece de pé, tendo a radical vice-presidente Delcy Rodríguez Gómez assumido interinamente a presidência.
Ademais, continua no governo a mesma 'nomenclatura' chavista, gozando de todas as regalias, com seus salários exorbitantes; continua o mesmo Judiciário, controlado por juízes escolhidos por Maduro. As expropriações e estatizações das grandes empresas permanecem inalteradas; o mesmo acontece com o narcoterrorismo e a corrupção, bem como com o Conselho Nacional Eleitoral (órgão totalmente subjugado pelo governo), que garantirá 'vitória' eleitoral só de candidato chavista e a perpetuação da narcoditadura bolivariana.
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