Internacional
Comunismo e anticomunismo em uma hora decisiva da História
Momentos decisivos da História são marcados por divisões religiosas e culturais. A teologia da história de Santo Agostinho oferece chave para interpretar crises como reflexo de tensões entre visões de mundo. Após 1991, o comunismo desapareceu da vista como rio cárstico, ressurgindo através do Foro de São Paulo (1990) e do bolivarianismo de Hugo Chávez na Venezuela. Nicolás Maduro radicalizou o legado chavista, transformando a Venezuela em laboratório de socialismo sustentado por repressão e manipulação eleitoral.
Roberto de Mattei
Os momentos decisivos da História — aqueles em que civilizações entram em colapso e renascem — são sempre caracterizados por divisões e polarizações religiosas, culturais e sociais.
No entanto, para aqueles que tomam como ponto de referência a obra De Civitate Dei (A Cidade de Deus), de Santo Agostinho, a raiz e a chave para a interpretação de cada problema reside na teologia da história, que nos permite ir além de uma leitura puramente contingente dos acontecimentos.
Nessa perspectiva, as crises não são simplesmente produto de fatores econômicos ou institucionais, e sim reflexo de uma tensão mais profunda entre diferentes visões da humanidade e do mundo.
...
Quer ler o artigo completo?
Assine a Revista Catolicismo e tenha acesso a todos os artigos e edições exclusivas.