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NUMA CRISTANDADE VIGOROSA 2 Nobreza

NUMA CRISTANDADE VIGOROSA 2

Numa Cristandade vigorosa, o rei era o pai de seus súditos, e essa relação transcendia a política, enraizando-se em devoção quase religiosa. O soberano e o povo ligavam-se por ternura filial e respeito, constituindo o fundamento da ordem social. Os exemplos que se seguem ilustram como essa concepção de monarquia criava vínculos indissolúveis, transformando até adversidades em ocasiões de reafirmação do amor e lealdade.

A volta ao mundo da Nobreza
Presépio sem rostos em Bruxelas: Afronta direta à Encarnação de Jesus Revolução Cultural

Presépio sem rostos em Bruxelas: Afronta direta à Encarnação de Jesus

O presépio de Bruxelas com figuras sem rostos provocou repulsa entre católicos, pois desfigura a Sagrada Família em silhuetas anônimas e pixelizadas. Apresentado como "declaração artística inclusiva", expressa ideologias revolucionárias anticristãs incompatíveis com o significado espiritual do Natal. O Natal cristão celebra um Deus encarnado com rosto, nome e família, mas Bruxelas oferece manequins desprovidos de identidade. A contrafação representa blasfêmia sutil e profanação do mistério da Encarnação.

Atilio Faoro
Comunismo e anticomunismo em uma hora decisiva da História Internacional

Comunismo e anticomunismo em uma hora decisiva da História

Momentos decisivos da História são marcados por divisões religiosas e culturais. A teologia da história de Santo Agostinho oferece chave para interpretar crises como reflexo de tensões entre visões de mundo. Após 1991, o comunismo desapareceu da vista como rio cárstico, ressurgindo através do Foro de São Paulo (1990) e do bolivarianismo de Hugo Chávez na Venezuela. Nicolás Maduro radicalizou o legado chavista, transformando a Venezuela em laboratório de socialismo sustentado por repressão e manipulação eleitoral.

Roberto de Mattei
ONDE O CRISTIANISMO RETROCEDE, O ISLÃ AVANÇA Entrevista

ONDE O CRISTIANISMO RETROCEDE, O ISLÃ AVANÇA

Se a França deseja continuar sendo a 'filha primogênita da Igreja' e não se tornar a filha caçula do Islã, precisa agir. E rapidamente! No entanto, há uma colaboração escancarada de políticos que se realiza sem que o povo francês seja consultado ou sequer informado. Segundo o ensaísta Jean-Luc Moreau, "as prefeituras estão se tornando as principais proprietárias de terras para o culto muçulmano".

Entrevista com Atilio Faoro
Peter diante do maravilhoso católico Discernindo

Peter diante do maravilhoso católico

Aos 12 anos, Peter ficou impressionado com a beleza da Catedral de São Patrício e perguntou ao pai protestante como uma igreja "errada" podia ser tão bela. Sem resposta, o pai silenciou. Este momento marcou o início da conversão de Peter Kreeft ao catolicismo, que se tornou intelectual católico respeitado. Sua história mostra que muitas conversões começam com o contato com o maravilhoso da Igreja, seguido de reflexão teológica.

Paulo Henrique Américo de Araújo
"Missa Tradicional e Comunhão Eclesial: Esclarecendo as Objeções" Palavra Do Sacerdote

"Missa Tradicional e Comunhão Eclesial: Esclarecendo as Objeções"

Pergunta – Há mais ou menos um ano, minha mulher e eu descobrimos a Missa tradicional. No início, fomos por curiosidade, talvez até com alguma reserva. Depois, pouco a pouco, aprendemos a entrar no silêncio, a acompanhar o rito com o missal, a saborear uma liturgia mais recolhida, marcada pelo senso do sagrado e do mistério. Com o tempo, percebemos que já não conseguíamos mais participar com facilidade da Missa no rito novo, que passou a nos parecer ruidosa, muito exterior e pouco propícia à oração profunda. Alguns amigos, notando a nossa ausência na Missa paroquial habitual, passaram a nos censurar, dizendo que os fiéis ligados à tradição se fecham em si mesmos e esquecem algo essencial da Igreja: o "estar juntos". Segundo eles, se cada grupo escolhe o rito que prefere, a liturgia deixa de ser um fator de unidade e passa a ser elemento de divisão, quando não de exclusão. Para reforçar o argumento, evocam a chamada "comunhão eclesial", insistindo que o bispo celebra apenas no rito novo, e que, portanto, não seria possível permanecer em comunhão se não se participasse "da mesma mesa eucarística". O que pensar diante dessas objeções?

Pe. David Francisquini